caminhada de inverno em londres
norte do tâmisa

Fazer uma caminhada de inverno não está na lista de coisas a fazer para a maior parte dos londrinos ou turistas que visitam a cidade. Com tantas opções, a exemplo de museus para visitar, encarar o frio a pé não é para qualquer um. Mas, ao mesmo tempo, é um programa que pode revelar surpresas.

Para mostrar uma boa opção de caminhada pela cidade, o nosso editor, Silvino Ferreira Jr., percorreu a margem norte do Tâmisa que fica entre as pontes Vauxhall e Millennium. O início pode ser um pouco difícil, mas é questão de dar o primeiro passo. Uma das vantagens de se caminhar pela margem norte do rio é que ela, com exceção de alguns trechos, é menos movimentada. Você não vai bater em tantos turistas, enquanto caminha.

norte do tâmisa

Pontes do Tâmisa no caminho

No primeiro trecho da nossa caminhada, o primeiro destaque é a Tate Britain, que fica muito próximo à Vauxhall Bridge. Se você quiser desistir do passeio logo no início, visitar essa Tate Britain é uma desculpa mais que aceitável. Logo na frente da galeria há também um pier, com um barco que faz o transporte até a Tate Modern, que fica no lado sul do Tâmisa. Também é uma bela opção de programa.

Tate Britain

 

Na continuação, assim que você passa da Lambert Bridge, já dá de cara com uma das grandes atrações turísticas da cidade: o imponente prédio do Parlamento Britânico. Há muito o que se ver ali. Uma curiosidade que o nosso apresentador destaca é cor rosa da Lambert Bridge, uma referência às cores da House of Lords, uma das duas casas legislativas do parlamento. A ponte seguinte, a Westminster Bridge, tem a cor verde, uma referência à House of Commons.

parlamento

Outras atrações importantes nas proximidades são a Westminster Abbey, o Big Ben e a London Eye. Mas dali você também pode ir a pé até o Buckingham Palace, passado Pela Praça do Parlamento e chegar até o St James Park, por exemplo. Se quiser, também pode atravessar a ponte para a margem sul e continuar a caminhada a partir da London Eye.

tate

 

Em nosso caso, continuamos a caminhar na margem norte do Tâmisa, indo em direção à Waterloo Bridge. Antes de chegar lá, você passa sob duas pontes de pedestre e outra que atravessa os trens que chegam e saem das estações de Embankment e Charring Cross.

waterloo

Esse trecho da margem norte é chamada de Embankment e também tem suas atrações. Exemplos? O Hotel Savoy e a Somerset House. Uma curiosidade a respeito da Waterloo Bridge é que ela é chamada de Ladies’ Bridge, devido a grande participação de mulheres na sua construção.

vista de londres

A continuação da nossa caminhada no inverno londrino vai nos levar até a Blackfriars Bridge. E a mais curiosidades. A primeira é que, ao lado da ponte, foi construída outra, com plataformas para os passageiros que embarcam e desembarcam na Blackfriars Station. Isso permite que a estação, que fica no lado norte do rio, também tenha acesso pelo lado sul. A segunda curiosidade é que o teto que cobre as plataformas foi construído com placas para captação de energia solar.

blackfriars

Partindo de Blackfriars, você chega à Millennium Bridge. O nome é uma referência à passagem do segundo para o terceiro milênio, quando ela foi inaugurada. Ela faz uma conexão interessante entre as duas margens do Tâmisa: no norte, fica a St Paul Cathedral, um símbolo do passado londrino, enquanto que na margem sul, ela leva à Tate Modern, um verdadeiro templo da arte contemporânea mundial.

millennium bridge

Você escolhe se fica no lado norte ou se faz a travessia. Se tiver com disposição, vale a pena ir em frente, até a Tower Bridge e a Tower of London, duas grandes atrações turísticas da cidade..

 

 

 

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