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um dia de dar
água na boca – dia 37

A culinária, por motivos mais que óbvios, tem estado sempre presente no cotidiano dos participantes de ‘Um Dia de Cada Vez‘. É quase impossível que nos 37 vídeos produzidos até o momento, em algum deles momentos para comer e/ou beber não estejam presentes. A diferença neste que você vai ver agora é que a culinária foi o tema predominante.

Logo pela manhã, Mônica Feijó dá as boas vindas ao belo café preparado, com banana cozida e queijo coalho grelhado, pelo marido, Alexandre Alencar. De dar água na boca.

café da manhã

Veja os outros vídeos da série

Alimento para o corpo e para a alma

Mas nem só de pão vive o homem, já dizia a a passagem bíblica. Em Londrina, Renata Sucupira tomou o café da manhã com os pais e voltou para a cama para outro tipo de alimento: uma boa leitura. Ela já havia apresentado o escritor belga Georges Simenon, em um dos vídeos de ‘Um Dia de Cada Vez’. Dessa vez, ela volta com um novo livro desse autor especialista em romances policiais.

Renata Sucupira

Renata Sucupira

Amaro Filho, em Recife, também traz palavras que alimentam a reflexão. Ele destaca uma característica da cultura nordestina que é uma barreira a mais na luta contra o coronavírus. O nordeste está impregnado pela cultura da festa de rua. São muitas as manifestações culturais onde a participação popular faz com que a rua seja um grande palco: Carnaval, São João, Maracatu, Bumba Meu Boi, são algumas delas. Acrescente-se o sol e as belas praias nordestinas e imagine pedindo para que as pessoas fiquem em casa.

Amaro Filho

Amaro Filho

Carne de sol, caipirinha, saudade, cerveja e vinho

Chegando a hora do almoço, voltamos à casa da família Alencar. Quem conhece a culinária nordestina sabe o lugar que a carne de sol ocupa em nosso paladar. Pelo menos no meu caso, é só pensar que a boca começa a salivar. Sabendo disso, fui homenageado pela família que preparou uma bela carne de sol acebolada, acompanhada de farofa de banana, outra delícia.

carne de sol

 

Enquanto isso, para distrair o pensamento e, praticar alguma atividade física, ao mesmo tempo, eu fui dar uma volta no cemitério de Nunhead, nome do bairro onde moro. Além da companhia silenciosa dos que ali foram sepultados, um ou outro visitante, você tem muita música vinda do canto dos pássaros e um verde de encher os olhos. É um autêntico bosque. Eu aproveito para falar da situação da pandemia no Reino Unido. Até o memento, mais de 20 mil pessoas já morreram vitimadas pelo Covid-19.

cemitério de nunhead

Cemitério de Nunhead

Mas antes de ir ao cemitério, eu já havia deixado um bom pedaço de carneiro temperado. A ideia era colocá-lo no forno na volta. Foi o que eu fiz. Aí voltamos a Londrina, onde Renata exibe uma bela taça com uma caipirinha de de abacaxi que ela vai tomar na piscina. Uma maneira muito especial que ela encontrou para relaxar e buscar a calma.

Renata Sucupira

Sem esquecer que um pouco mais cedo Renata confessa que a planta que ela vinha tratando como sendo um lírio, na verdade era um antúrio. Agora, além do antúrio, há um lírio de verdade no jardim de casa.

lírio

Lírio

Amaro Filho, que tem ficado praticamente 100% do tempo no interior do apartamento da amiga Mônica Luíza, falou de uma saudade muito especial: a que sente do neto Caetano, de apenas um ano. Desde que iniciou a quarentena, o contato com ele tem sido apenas virtual, feito pela câmera do celular. E como explicar pra ele o ‘sumiço’ do avô? Este é um drama pelo qual muitas famílias têm passado: a distância, a falta dos beijos e abraços mais queridos.

Caetano

Caetano

Depois do almoço, aquele descanso sagrado de Mônica Feijó e Maria Porto, que aproveitam para uma leitura leve na cama. Em Londrina, o pai de Renata nos leva para o tempo da famosa radiola, ouvindo alguns clássicos no vinil. Clima de tranquilidade também na casa de Amaro Filho, onde Mônica reaparece na melhor hora: aquela da cervejinha, um importante componente da nossa culinária.

Mônica Luíza

Mônica Luíza

Voltando a Londres, é hora de tirar o meu carneiro do forno. Foram cerca de 4 horas lá dentro e ele ficou como eu queria. O acompanhamento foi batata e cenoura que eu acrescentei, já cozidas, pouco antes da carne ficar no ponto. No mais, o que posso dizer é que foi um belo jantar, regado a um bom vinho tinto. Saúde.

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